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Pontos Estratégicos de Soro Antiveneno (PESA) — hospitais de referência para atendimento de acidentes por animais peçonhentos no Brasil.

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ⓘ O que significam os tipos de soro antiveneno?
🐍 BotrópicoJararaca, urutu, jararacuçu e outras do gênero Bothrops
🐍 CrotálicoCascavel (Crotalus durissus)
🐍 LaquéticoSurucucu-pico-de-jaca (Lachesis muta)
🐍 ElapídicoCoral verdadeira (Micrurus spp.)
🦂 EscorpiônicoEscorpiões (Tityus spp., principalmente T. serrulatus)
🕷 FonêutricoAranha-armadeira (Phoneutria spp.)
🕷 LoxoscélicoAranha-marrom (Loxosceles spp.)
🐛 LonômicoTaturana-do-pinheiro (Lonomia obliqua)
⚠️ Procure atendimento médico imediato em caso de: dor intensa, vômitos, dificuldade para respirar, sangramento, inchaço progressivo ou alteração visual. A indicação e aplicação do soro devem ser feitas exclusivamente por profissionais de saúde.
⚗️ Centro de Informações Toxicológicas (CIATox): além dos hospitais PESA, cada estado possui um CIATox que orienta profissionais de saúde sobre condutas em intoxicações. Consulte pelo SAMU (192) ou pelo Disque-Intoxicação 0800 722 6001.
Hospital Vital Brazil — Instituto Butantan
📍 São Paulo, SP
BotrópicoCrotálicoLaquéticoElapídicoEscorpiônicoFonêutricoLoxoscélicoLonômico
Hospital de Doenças Tropicais — HDT
📍 Araguaína, TO
BotrópicoCrotálicoLaquéticoEscorpiônico
Hospital de Urgência de Goiânia — HUGO
📍 Goiânia, GO
BotrópicoCrotálicoEscorpiônicoFonêutricoLoxoscélico
Hospital João de Barros Barreto — HUJBB
📍 Belém, PA
BotrópicoLaquéticoEscorpiônico
Hospital de Base — FUNDHACRE
📍 Rio Branco, AC
BotrópicoCrotálicoLaquéticoElapídico
Hospital Getúlio Vargas
📍 Manaus, AM
BotrópicoLaquéticoElapídicoEscorpiônicoFonêutrico
Hospital Universitário — UFPI
📍 Teresina, PI
BotrópicoCrotálicoEscorpiônico
Hospital de Urgências — HUSE
📍 Aracaju, SE
BotrópicoCrotálicoEscorpiônicoFonêutricoLoxoscélico
Hospital Infantil Joana de Gusmão
📍 Florianópolis, SC
BotrópicoCrotálicoEscorpiônicoFonêutricoLoxoscélicoLonômico
Santa Casa de Porto Alegre
📍 Porto Alegre, RS
BotrópicoCrotálicoEscorpiônicoFonêutricoLoxoscélicoLonômico
Hospital João XXIII — FHEMIG
📍 Belo Horizonte, MG
BotrópicoCrotálicoEscorpiônicoFonêutricoLoxoscélicoLonômico
Hospital Regional Tarcísio Maia
📍 Mossoró, RN
BotrópicoCrotálicoEscorpiônico
Fonte: Ministério da Saúde — PESA. Dados podem estar desatualizados. Em emergências, confirme pelo SAMU (192).

Animais Peçonhentos
do Brasil

Informações baseadas em literatura científica e nas diretrizes do Ministério da Saúde sobre as principais espécies de interesse médico no Brasil.

As fichas têm base no Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos do Ministério da Saúde e em artigos indexados (referências ao final de cada ficha). Conteúdo exclusivamente informativo — não substitui avaliação médica.
🐍 Serpentes

Jararaca

Bothrops jararaca
Risco crítico

Sul e Sudeste; mais abundante em áreas urbanas e periurbanas de SP, RJ, MG, PR e SC.

Soro Antibotrópico (SAB) ou Antibotrópico-Crotálico (SABC). Apenas por médico.

Proteolítico, coagulante e hemorrágico. Causa destruição tecidual, coagulopatia de consumo e pode evoluir para insuficiência renal aguda.

Responsável por cerca de 25–30% dos acidentes ofídicos anuais no Brasil (Sinan/SVS, 2023).

Dor intensa localEdema progressivoEquimose / bolhasSangramentoCoagulopatiaOligúria
✔ O que fazer
  • Mantenha a vítima em repouso e calma.
  • Imobilize o membro abaixo do nível do coração.
  • Leve imediatamente ao PESA mais próximo.
  • Leve a serpente morta ou foto para identificação.
✖ Condutas contraindicadas
  • Não faça torniquete — agrava a necrose local.
  • Não faça incisões, sucção ou cauterizações.
  • Não dê álcool, café ou medicamentos sem prescrição.
  • Não aplique ervas ou substâncias caseiras na ferida.
Ministério da Saúde. Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos, 2ª ed., 2001. | Calvete JJ et al. Toxicon, 2011. | Sinan/SVS, 2023.

Cascavel

Crotalus durissus terrificus
Risco crítico

Centro-Oeste, Nordeste e partes do Sudeste e Sul; habita campos abertos, cerrado e caatinga.

Soro Anticrotálico (SAC) ou SABC. Mortalidade sem tratamento pode ultrapassar 70%.

Neurotóxico (crotoxina) e miotóxico (rabdomiólise sistêmica). Bloqueia a junção neuromuscular. Pouca reação local.

Picada pode ser pouco dolorosa. O quadro grave (fácies miastênica, insuficiência renal por mioglobinúria) instala-se horas depois.

Ptose palpebralFácies neurotóxicaVisão turva / diplopiaUrina escuraFraqueza muscularInsuficiência renal
✔ O que fazer
  • Transporte imediato ao PESA — mesmo sem dor intensa.
  • Monitore a respiração — paralisia respiratória é possível.
✖ Não faça
  • Não subestime a picada por ausência de dor local.
  • Não faça torniquete, incisão ou sucção.
Ministério da Saúde, 2001. | Gutierrez JM et al. Toxins, 2017. | Bon C. Toxicon, 1996.

Surucucu-pico-de-jaca

Lachesis muta
Risco crítico

Floresta Amazônica e Mata Atlântica úmida do Nordeste. Maior serpente peçonhenta das Américas — pode ultrapassar 3,5 m.

Soro Antilaquético (SAL) ou Antibotrópico-Laquético (SABL). Acidentes raros, mas potencialmente letais.

Proteolítico e coagulante, com efeito vagotônico adicional: bradicardia, hipotensão e diarreia.

Menos de 3% dos acidentes ofídicos, frequentemente em áreas remotas com acesso difícil ao atendimento.

Edema intensoNecrose localBradicardiaHipotensãoDiarreia (vagotonia)Coagulopatia
✔ O que fazer
  • Buscar PESA com urgência máxima.
  • Em áreas remotas, acionar SAMU (192) para orientação de remoção.
✖ Não faça
  • Não faça torniquete, incisão ou cauterização.
Ministério da Saúde, 2001. | Warrell DA. Clinical Toxicology, 2010. | Sinan/SVS, 2023.

Coral Verdadeira

Micrurus spp.
Risco crítico

Diversas espécies em todo o Brasil. Atenção: existem corais-falsas inofensivas de aparência similar.

Soro Antielapídico (SAE). Administração precoce — janela terapêutica estreita.

Neurotóxico pós-sináptico: inibe receptores nicotínicos de acetilcolina, causando paralisia flácida progressiva e risco de insuficiência respiratória.

Picada pouco dolorosa e sinais locais discretos. Quadro neurológico grave pode surgir horas depois — subdiagnóstico com desfecho fatal já foi documentado.

Lesão local discretaPtose palpebralDisfagiaSialorreiaParalisia respiratóriaFasciculações
✔ O que fazer
  • Acionar SAMU (192) ou ir ao PESA imediatamente — mesmo sem dor.
  • Vigilância rigorosa da função respiratória no hospital.
✖ Não faça
  • Não espere os sintomas piorarem para buscar atendimento.
  • Não confunda coral verdadeira com coral-falsa e ignore o acidente.
Ministério da Saúde, 2001. | Campbell JA & Lamar WW. Venomous Reptiles of the Western Hemisphere, 2004.
🦂 Escorpiões

Escorpião-amarelo

Tityus serrulatus
Risco crítico

Altamente urbanizado; predomina no Sudeste e Centro-Oeste. A espécie mais perigosa do Brasil. Reprodução por partenogênese — coloniza facilmente ambientes urbanos.

Soro Antiescorpiônico (SAEsc) ou Antiaracnídico (SAAr). Casos moderados e graves, especialmente crianças menores de 7 anos.

Ativa canais de sódio voltagem-dependentes → tempestade adrenérgica com liberação maciça de catecolaminas. Pode causar edema agudo de pulmão e choque cardiogênico.

Principal causa de morte por animais peçonhentos no Brasil. Mais de 180.000 acidentes registrados em 2022 (Sinan/MS). Crianças têm mortalidade significativamente maior.

Dor intensa imediataAgitação / sudoreseVômitosTaquicardiaHipertensão / hipotensãoEdema pulmonarChoque cardiogênico
✔ O que fazer
  • Procure PESA imediatamente — especialmente crianças, idosos e cardiopatas.
  • Compressa morna local alivia a dor durante o transporte.
  • Monitore sinais vitais.
✖ Não faça
  • Não subestime crianças com picada de escorpião — é emergência pediátrica.
  • Não aplique garrote, incisão ou remédios caseiros.
  • Não use gelo local — pode piorar a dor neuropática.
Ministério da Saúde, 2001. | Pucca MB et al. Toxins, 2020. | Sinan/SVS, 2022.

Escorpião-marrom

Tityus bahiensis
Risco alto

Sul, Sudeste e partes do Nordeste e Centro-Oeste. Ambientes rurais e periurbanos; habita entulho, telhas e vegetação densa.

SAEsc ou SAAr nos casos moderados/graves. Geralmente menos severo que T. serrulatus, mas perigoso em crianças.

Similar ao T. serrulatus, porém com toxicidade sistêmica menor. Quadros graves são menos frequentes, mas possíveis.

Coloração marrom-avermelhada mais escura que T. serrulatus. Identificação precisa requer especialista.

Dor local intensaFormigamentoSudoreseNáuseaTaquicardia (moderado)
✔ O que fazer
  • Procure PESA — especialmente se a vítima for criança.
  • Compressa morna pode aliviar a dor local.
✖ Não faça
  • Não ignore sintomas sistêmicos como vômitos e taquicardia.
Ministério da Saúde, 2001. | Lourenço WR. J. Venom. Anim. Toxins incl. Trop. Dis., 2015.
🕷 Aranhas

Aranha-armadeira

Phoneutria spp.
Risco crítico

Presente em todo o Brasil; frequente em áreas urbanas do Sudeste e Sul. Encontrada em caixas de sapato, roupas e cachos de banana.

Soro Antifoneútrico (SAFon) ou SAAr nos casos moderados e graves, especialmente em crianças.

Neurotóxico: ativa canais de sódio e cálcio → liberação excessiva de neurotransmissores. Em homens adultos pode causar priapismo doloroso.

Maior número de acidentes graves por aranha no Brasil. Em adultos saudáveis a maioria é leve; em crianças o risco é significativamente maior.

Dor imediata intensaEdema / eritemaSudoreseAgitaçãoPriapismo (homens)HipertensãoConvulsão (crianças)
✔ O que fazer
  • Vá ao PESA — crianças têm prioridade máxima.
  • Leve a aranha morta (com segurança) para identificação.
  • Lave o local com água e sabão.
✖ Não faça
  • Não aplique torniquete ou incisão.
  • Não use analgésicos sem orientação médica.
Ministério da Saúde, 2001. | Bucaretchi F et al. Clinics, 2010. | Rash LD & Hodgson WC. Toxicon, 2002.

Aranha-marrom

Loxosceles spp.
Risco alto

Sul e Sudeste; maior prevalência em Curitiba (PR). Habitam locais escuros e secos: atrás de móveis, rodapés, porões.

Soro Antiloxoscélico (SALox) ou SAAr. Administração precoce — quanto antes, menor a extensão da necrose.

Dermonecrólise pela esfingomielinase D: ativa complemento, recruta neutrófilos e causa necrose cutânea progressiva. Forma hemolítica sistêmica é rara, porém grave.

A picada costuma ser indolor. A lesão progride de placa eritematosa para úlcera necrótica em dias — diagnóstico frequentemente tardio.

Picada indolor ou leveEritema / pruridoPlaca endurecida (livedóide)Necrose cutâneaFebre (sistêmica)Hemólise / IRA
✔ O que fazer
  • Procure PESA mesmo sem dor intensa — diagnóstico precoce é fundamental.
  • Leve a aranha morta ou foto para identificação.
✖ Não faça
  • Não espere a lesão resolver sozinha — a necrose é progressiva.
  • Não aplique pomadas ou substâncias caseiras na ferida.
Ministério da Saúde, 2001. | Málaque CMS et al. Toxicon, 2011. | da Silva PH et al. Toxins, 2018.

Viúva-negra

Latrodectus spp.
Risco moderado

Nordeste, Sudeste e partes do Sul. Habita cercas, muros, plantas baixas e entulho em áreas rurais e periurbanas.

SAAr nos casos graves (raros no Brasil). A maioria responde a analgesia e suporte.

α-latrotoxina: liberação maciça e irreversível de neurotransmissores (latrodectismo) → espasmos musculares e dor generalizada.

Acidentes menos frequentes no Brasil que em países temperados. Casos letais são raros. L. geometricus é mais comum no Brasil que L. mactans.

Dor localCãibras e espasmosSudorese profusaRigidez abdominalHipertensãoAnsiedade intensa
✔ O que fazer
  • Procure atendimento médico para analgesia adequada.
  • Crianças e casos graves devem ir ao PESA.
✖ Não faça
  • Não confunda a rigidez abdominal com abdome cirúrgico — informe o médico sobre a picada.
Ministério da Saúde, 2001. | Isbister GK & Fan HW. Lancet, 2011.
🐛 Outros animais peçonhentos

Taturana / Lonomia

Lonomia obliqua
Risco crítico

Sul e Sudeste, especialmente RS, SC e PR. Surtos sazonais no outono/inverno em área rural. A lagarta (não a mariposa adulta) é a fase perigosa.

Soro Antilonômico (SALon) — único tratamento eficaz. Produzido exclusivamente pelo Instituto Butantan.

Espículas liberam enzimas ativadoras da coagulação (fator X e protrombina) → CIVD e hemorragias sistêmicas. Pode ser fatal por hemorragia intracraniana.

Contato causa ardor local leve — a síndrome hemorrágica instala-se horas a dias depois. Subdiagnóstico é frequente.

Ardor / eritema leveEquimose progressivaSangramento gengivalHematúriaHematomas espontâneosHemorragia intracraniana
✔ O que fazer
  • Procure PESA mesmo que o contato pareça leve — a síndrome hemorrágica é diferida.
  • Informe o médico sobre o contato com lagarta peluda.
✖ Não faça
  • Não use AAS, anticoagulantes ou anti-inflamatórios — agravam o sangramento.
  • Não ignore o contato por ausência de sintomas imediatos.
Ministério da Saúde, 2001. | Zannin M et al. Toxicon, 2003. | Veiga ABG et al. Toxicon, 2001.

Raia / Arraia

Potamotrygon spp. | Dasyatis spp.
Risco alto

Raias de água doce em rios da Amazônia, Cerrado e Pantanal. Raias marinhas em toda a costa. Principal causa: pisar sobre o animal em águas rasas.

Não existe soro específico. Tratamento: imersão em água quente (45–50°C), analgesia e antibioticoterapia.

Ferrão serrilhado inocula veneno proteico hemolítico, cardiotóxico e necrosante. A lesão mecânica pode ser extensa.

Infecção bacteriana grave (Aeromonas, Vibrio) é complicação frequente e potencialmente fatal.

Dor intensa imediataLaceração tecidualEdema e cianoseNáusea / vômitoInfecção secundáriaNecrose
✔ O que fazer
  • Imersão imediata em água quente (45–50°C) por 30–90 min — inativa o veneno e alivia a dor.
  • Remover fragmentos do ferrão com pinça, se visíveis.
  • Buscar atendimento médico para limpeza cirúrgica e antibioticoterapia.
✖ Não faça
  • Não use água fria — não inativa o veneno.
  • Não remova ferrões profundos sozinho — risco de lesão vascular.
Haddad V Jr et al. Rev Soc Bras Med Trop, 2004. | Ministério da Saúde, 2001.

Abelhas e Vespas

Apis mellifera (africanizada) | Polybia spp. | Polistes spp.
Risco alto — ataques em massa

Todo o Brasil. A abelha africanizada é extremamente agressiva quando a colmeia é perturbada. Ataques em massa são a principal causa de mortalidade por himenópteros no Brasil.

Não há soro específico. Suporte clínico e adrenalina IM (0,3–0,5 mg) em anafilaxia.

Melitina e fosfolipase A2: citotóxicos, hemolíticos e cardiotóxicos em grandes doses. Mais de 500 ferroadas podem ser letais. Uma ferroada pode causar anafilaxia fatal em sensibilizados.

Dois grupos: (1) qualquer pessoa em ataque em massa; (2) indivíduos com alergia prévia — uma ferroada pode ser suficiente para choque anafilático.

Dor e edema localUrticária (alérgico)Anafilaxia (alérgico)Hemólise (massa)RabdomióliseInsuficiência renal
✔ O que fazer
  • Fuja imediatamente para ambiente fechado.
  • Remova ferrões raspando com cartão — não aperte.
  • Em anafilaxia: adrenalina IM e acione SAMU (192).
  • Mais de 10 ferroadas em crianças ou 20 em adultos: ir ao pronto-socorro.
✖ Não faça
  • Não agite os braços — aumenta a agressividade do enxame.
  • Não pule em água — abelhas aguardam na superfície.
Ministério da Saúde, 2001. | Haddad V Jr. Animais de Interesse Médico no Brasil, 2009. | Chávez-Olórtegui C et al. Toxins, 2020.

Sobre o site

⚠️ Este site tem caráter exclusivamente informativo e não substitui avaliação médica. Em qualquer emergência, ligue 192 (SAMU) ou 193 (Bombeiros).

O que é este site?

Peçonhentos — Onde tem soro é uma ferramenta de informação pública sobre acidentes por animais peçonhentos no Brasil, com duas funções: ajudar a localizar hospitais com soro antiveneno (PESA) via Google Maps e oferecer informações científicas sobre as principais espécies de interesse médico.

Fontes dos dados — hospitais

Os dados dos hospitais de referência (PESA) são provenientes do Ministério da Saúde. A lista pode estar desatualizada — em emergências, confirme sempre pelo SAMU (192).

Fontes das informações científicas

As informações sobre espécies baseiam-se em publicações científicas revisadas por pares e documentos oficiais, incluindo o Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos (Ministério da Saúde, 2ª ed., 2001), dados do SINAN/SVS e artigos indexados no PubMed/MEDLINE (referências específicas ao final de cada ficha de espécie).

Limitações

A taxonomia de animais peçonhentos está em constante revisão; nomes científicos podem ter sido atualizados após as fontes aqui utilizadas. Os dados epidemiológicos refletem os anos de publicação indicados. A conduta clínica deve sempre ser definida por profissional de saúde com base na avaliação individual.

Sugestões e correções

Para correções científicas ou atualização de dados hospitalares, contribuições técnicas são bem-vindas para manter este recurso útil e preciso.